terça-feira, 8 de novembro de 2011
Ela e o seu namorado ela
Ela sabia que tinha um certo estranho dom nas escolhas de seus namorados, tinha a dádiva do dedo podre. Não sabia escolher e desta vez fez diferente escolha, optou por ter ao seu lado uma gazela saltitante, ou melhor, uma quase mulher. Se é que pode-se dizer assim, pois ele aos meus olhos parecia ser tão quanto ou mais mulher que ela.
Sem tempo pra tempo perder
Você tem em mim o mesmo valor de teu desprezo e indiferença.
Você tem em mim a vida que sacrificou pela liberdade de viver e ser você em suas ingênuas práticas de egoísmo.
E quem nunca na vida parou para se perguntar o por que de apaixonado de estar por quem nem calor nos olhos tem por si? Muitas vezes critiquei e impliquei o meu amor em minhas indagações, mas hoje ensaio saliente e orgânico a pauta de saber que paixão, ao até mesmo amor é um artifício a mercê do tempo que urge e ruge ao seu tempo de masturbação. O tempo não pára para ouvir minha voz e clamor em prantos de choros, o tempo não avança para amenizar minha dor, o tempo não dá tempo pra nós. O tempo nos rouba em seu tempo, sem tempo para perder. É nesse tempo que vivemos solitários.
É sempre assim, somos traídos por nós mesmos e nossas expectativas e culpamos o outro por defraudado nos ter, mas espere um momento, quem é o próximo para ordenar as minhas emoções? Não posso crer que viverei algumas poucas dezenas de ano na diretriz de uma sensação ou outra. E ainda há os que dizem: Foi Deus quem mandou ou te sonhou pra mim.
Não, este último comentário chega até ser engraçado! Deus está tão recalcado por sua paixão por nós que se refaz em prazer sexual nas madrugadas de seu sonho conosco, meros mortais. Deus e o Diabo, realmente não devem ter nada de interessante para farem. O ser humano e seu umbigo são os seus maiores gozos e satisfações.
Pelo amor de Deus! Pelo amor de Deus por ele mesmo. Muita audácia em pensar que as duas maiores forças do universo não tenha mais nada pra fazer e criar que não gire em torno de nosso baricentro. Será que não há no céu uma anja linda ou no inferno uma quenga fogosa para os distrair? Se bem, que acho que Deus preferiria a quenga, ele tem cara de gostar de diversões maiores. (Risos)
Mas voltando ao eixo da questão, eu sei que jurei que você seria o grande amor de minha vida, e foi. Até o dia que descobri que ainda podia respirar e se eu respiro, sempre um grande amor pode acontecer e me surpreender. Sem menosprezos ou recalques, na mente eu até carrego um cemitério de emoções, mas no corpo nem minhas paixões são tatuadas e digamos que você tenha sido uma marca que cicatrizou sem graves rememorar. O que passou passou em e seu tempo e se me der um tempo, preciso ir, não tempo pra tempo perder.
Você tem em mim a vida que sacrificou pela liberdade de viver e ser você em suas ingênuas práticas de egoísmo.
E quem nunca na vida parou para se perguntar o por que de apaixonado de estar por quem nem calor nos olhos tem por si? Muitas vezes critiquei e impliquei o meu amor em minhas indagações, mas hoje ensaio saliente e orgânico a pauta de saber que paixão, ao até mesmo amor é um artifício a mercê do tempo que urge e ruge ao seu tempo de masturbação. O tempo não pára para ouvir minha voz e clamor em prantos de choros, o tempo não avança para amenizar minha dor, o tempo não dá tempo pra nós. O tempo nos rouba em seu tempo, sem tempo para perder. É nesse tempo que vivemos solitários.
É sempre assim, somos traídos por nós mesmos e nossas expectativas e culpamos o outro por defraudado nos ter, mas espere um momento, quem é o próximo para ordenar as minhas emoções? Não posso crer que viverei algumas poucas dezenas de ano na diretriz de uma sensação ou outra. E ainda há os que dizem: Foi Deus quem mandou ou te sonhou pra mim.
Não, este último comentário chega até ser engraçado! Deus está tão recalcado por sua paixão por nós que se refaz em prazer sexual nas madrugadas de seu sonho conosco, meros mortais. Deus e o Diabo, realmente não devem ter nada de interessante para farem. O ser humano e seu umbigo são os seus maiores gozos e satisfações.
Pelo amor de Deus! Pelo amor de Deus por ele mesmo. Muita audácia em pensar que as duas maiores forças do universo não tenha mais nada pra fazer e criar que não gire em torno de nosso baricentro. Será que não há no céu uma anja linda ou no inferno uma quenga fogosa para os distrair? Se bem, que acho que Deus preferiria a quenga, ele tem cara de gostar de diversões maiores. (Risos)
Mas voltando ao eixo da questão, eu sei que jurei que você seria o grande amor de minha vida, e foi. Até o dia que descobri que ainda podia respirar e se eu respiro, sempre um grande amor pode acontecer e me surpreender. Sem menosprezos ou recalques, na mente eu até carrego um cemitério de emoções, mas no corpo nem minhas paixões são tatuadas e digamos que você tenha sido uma marca que cicatrizou sem graves rememorar. O que passou passou em e seu tempo e se me der um tempo, preciso ir, não tempo pra tempo perder.
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domingo, 6 de novembro de 2011
História Insana: Em meu peito. Em meu túmulo.
Eu escrevo isso numa língua que sei que você não sabe ler. Escrevo numa língua que domino. Escrevo assim porque sei que também que você nunca irá ler isto. Escrevo porque sinto que você não vai mais voltar. Escrevo porque nos perdemos. Por que te perdi. Por que você se perdeu de mim. Não sei mais onde você está no mundo. Te procuro, com vergonha, e não te acho. Dou meu jeito para que você saiba de mim. Mas eu não sei de você. Não era assim que eu sentia antes. Será que sempre foi assim e eu não vi? Será que minhas prioridades mudaram na vida? Eu te amo. Eu amo aquela pessoa que eu conheci e que perdi. Eu amo quem eu voltei a ver e não tive. Eu amo e por isto não insisti para que você permanecesse aqui, em mim. Não sei se voltarei, a vê-lo, não importa agora. Não tenho mais esperança nisto, corro longe de te encontrar. Corro para onde acho que você não está. Tenho tanto medo do que vou sentir se te ver de novo . Tenho medo de te encontrar com outra pessoa, outro amor, outro eu e então ter que em mim admitir que você ainda é em mim você. O tempo passa, a vida anda, mas o coração anda mais lento que o mundo que o cerca em multidões vazias. O coração é analógico, ancestral e gosta de reviver os momentos de épocas de ouro sentimentais. É um distúrbio dessincronizado em mim. No meu corpo já tem tempo que não te tenho, pode ser que o meu coração seja vencido por ele. Pode ser que o meu coração se descompasse e se atrapalhe em seu ritmo natural e só cante teu nome em afinações chorosas. Mas ainda não. Não consigo deixar ser tocada. Ainda dói. O toque, qualquer toque, qualquer suspiro profundo ou olhar impetuoso faz o meu coração chorar. Ah, na verdade, já nem choro. As lágrimas secaram em minha dor que brota como manancial de oceanos vivos. Eu choro com dor fina e contínua, é falta de você. Fina e aguda, que está se acabando. Eu sei disso. Sei que logo vou te esquecer no corpo e relembrar em lapsos no coração. A dor de não te ter será substituída por lembranças e só. Só. Não quero as dores do desejo de sair de casa à procura de teu cheiro e voltar cabisbaixa e queixo enterrado no peito. Quero você, enterrado em mim e te procurar em minhas dores que relembram cores. Sairei de mim mesma e em meu peito depositarei flores pra você.
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Igreja de Cristo? Um amor que morre e não ressuscita
Com sobriedade e tristeza que esboço no negro destes caracteres a dor que povoa o meu peito e mente nesta manhã de domingo. Isto, neste domingo, o dia em que, como cristãos, comemoramos a ressurreição de Cristo Jesus. Lembrança remota de amor!
Não quero fazer do INSANIDADES DE VALDEMY uma válvula de escape de meus refluxos, mas quero me apresentar aos meus Insanos e Insanas sem a máscara da proteção da arte e magia cênica e expor minha humano-frustração com o rumo que tem tomado a Igreja de Cristo em nosso cotidiano.
Me sinto, sim, na tranquilidade em falar sobre isto, eu vivi, vivo e minha escolha constante é por Cristo, mas afirmo meu repúdio, abominação e discrepâncias por religiosidades! O que creio é num cristianismo revelado no amor de Cristo de vir ao mundo e viver como homem, apenas para me ensinar e motivar a ser capaz.
Como muitos sabem, cresci num lar evangélico e neste universo religioso me dediquei ao ponto de dedicar aproximados três anos de minha vida para viver integralmente no exercício deste ministério, mas eventualidade aconteceram e novos rumos a vida traçou, mas os mesmos não rabiscaram a imagem que tenho de Deus, tampouco minha conduta em relação ao meu credo, mas confesso que me vi liberto da cosmovisão e paradigma que fui como cavalo adestrado ensinado por lideranças, das quais até me orgulho e expresso gratidão, por bem ou por mal elas contribuíram para eu ser quem sou hoje, e como eu já disse certa vez, me deram alguns limões azedos na vida, mas minha escolha seria de as mesmas oferecer uma deliciosa e gelada limonada em dias quentes e infernais. Eu aprendi com a vida e com minhas perdas, dentre elas a perda de meu pai, a conhecer à Deus por mim mesmo. Foi ele quem absorveu, absorve e carrega minha dores e medos. É a Deus que presto culto e louvor, na prática de uma adoraçao como estilo de vida, meu pessoal e fashion estilho de vida que só comporta à mim como Valdemy. Vocês não poderiam, ou ao menos conseguiria viver minha vida em meu lugar. No palco da vida a arte é diferente. Não tomo seus paradigmas e moldes como estatutos de auto-julgamento, nem para julgar o meu próximo, pois a eles devo amor.
Eu sei que não preciso me auto-afirmar em minhas escolhas de vida, mas me doe saber que em pleno século XXI, com todas suas dores e abusos, fome, corrupção, existam pessoas que se importam com um par de taças de vinho ou risos entre amigos que não professem minha fé. Eu me embriago do vinho. E não me embriago do sangue dos sonhos e vida de meus irmãos. Quem nunca cometeu pecado que atire a primeira pedra. Quem?
A Bíblia Sagrada no livro de Jó, capítulo 9 verso 14, nos diz que há esperança para árvore que ainda cortada, seca, morta, aos cheiros das águas brotará, como planta nova florescerá em ramos novos e frutos que vivem e multiplicam-se. Ainda á esperança e vida pra mim e para o Cristianismo. Louvado seja teu nome, Deus!
Não entendo, a Bíblia também denomina como bom pastor aquele que dá a sua vida por suas ovelhas, mas o que vejo é pastor ordenando ovelhas numa ligação via celular oferecer a outra perdida no aprisco a exclusão da própria vida. E ninguém tem mais amor do que dar sua própria vida por seus amigos. E eles oferecem a morte e ruptura. Brasa separada consegue sustentar o fogo? Não. Melhor sermos dois a sermos um?
Eu não julgo, apenas não entendo, como criança inocente que precisa do colo do pai. Acho que estamos trocando o coração pelo egocentrismo do umbigo. Talvez eu deveria neste instante, dar um foda-se, mas seria mais um pecado à me importar, o falar de palavras torpes. As palavras torpes são, de fato, mais ásperas e pecaminosas que as palavras que semeiam morte, julgamento e condenação.
O seus preconceitos e julgamentos não me trazem vida, mas confesso que as águas de tuas lágrimas em oração honesta por minha vida me tangeriam o coração e no meu espírito produziria vida.
E eu ainda me culpo, por ver em mim a morte de um amor que outrora senti e escolhi por vocês, meus irmãos. Irmãos? Sonoridade estranha. Eu já não sei orar por eles, Deus. Perdoe-me.
Perdoe-no, Pai, eles ainda não aprenderam, não sabem o que fazem.
Não quero fazer do INSANIDADES DE VALDEMY uma válvula de escape de meus refluxos, mas quero me apresentar aos meus Insanos e Insanas sem a máscara da proteção da arte e magia cênica e expor minha humano-frustração com o rumo que tem tomado a Igreja de Cristo em nosso cotidiano.
Me sinto, sim, na tranquilidade em falar sobre isto, eu vivi, vivo e minha escolha constante é por Cristo, mas afirmo meu repúdio, abominação e discrepâncias por religiosidades! O que creio é num cristianismo revelado no amor de Cristo de vir ao mundo e viver como homem, apenas para me ensinar e motivar a ser capaz.
Como muitos sabem, cresci num lar evangélico e neste universo religioso me dediquei ao ponto de dedicar aproximados três anos de minha vida para viver integralmente no exercício deste ministério, mas eventualidade aconteceram e novos rumos a vida traçou, mas os mesmos não rabiscaram a imagem que tenho de Deus, tampouco minha conduta em relação ao meu credo, mas confesso que me vi liberto da cosmovisão e paradigma que fui como cavalo adestrado ensinado por lideranças, das quais até me orgulho e expresso gratidão, por bem ou por mal elas contribuíram para eu ser quem sou hoje, e como eu já disse certa vez, me deram alguns limões azedos na vida, mas minha escolha seria de as mesmas oferecer uma deliciosa e gelada limonada em dias quentes e infernais. Eu aprendi com a vida e com minhas perdas, dentre elas a perda de meu pai, a conhecer à Deus por mim mesmo. Foi ele quem absorveu, absorve e carrega minha dores e medos. É a Deus que presto culto e louvor, na prática de uma adoraçao como estilo de vida, meu pessoal e fashion estilho de vida que só comporta à mim como Valdemy. Vocês não poderiam, ou ao menos conseguiria viver minha vida em meu lugar. No palco da vida a arte é diferente. Não tomo seus paradigmas e moldes como estatutos de auto-julgamento, nem para julgar o meu próximo, pois a eles devo amor.
Eu sei que não preciso me auto-afirmar em minhas escolhas de vida, mas me doe saber que em pleno século XXI, com todas suas dores e abusos, fome, corrupção, existam pessoas que se importam com um par de taças de vinho ou risos entre amigos que não professem minha fé. Eu me embriago do vinho. E não me embriago do sangue dos sonhos e vida de meus irmãos. Quem nunca cometeu pecado que atire a primeira pedra. Quem?
A Bíblia Sagrada no livro de Jó, capítulo 9 verso 14, nos diz que há esperança para árvore que ainda cortada, seca, morta, aos cheiros das águas brotará, como planta nova florescerá em ramos novos e frutos que vivem e multiplicam-se. Ainda á esperança e vida pra mim e para o Cristianismo. Louvado seja teu nome, Deus!
Não entendo, a Bíblia também denomina como bom pastor aquele que dá a sua vida por suas ovelhas, mas o que vejo é pastor ordenando ovelhas numa ligação via celular oferecer a outra perdida no aprisco a exclusão da própria vida. E ninguém tem mais amor do que dar sua própria vida por seus amigos. E eles oferecem a morte e ruptura. Brasa separada consegue sustentar o fogo? Não. Melhor sermos dois a sermos um?
Eu não julgo, apenas não entendo, como criança inocente que precisa do colo do pai. Acho que estamos trocando o coração pelo egocentrismo do umbigo. Talvez eu deveria neste instante, dar um foda-se, mas seria mais um pecado à me importar, o falar de palavras torpes. As palavras torpes são, de fato, mais ásperas e pecaminosas que as palavras que semeiam morte, julgamento e condenação.
O seus preconceitos e julgamentos não me trazem vida, mas confesso que as águas de tuas lágrimas em oração honesta por minha vida me tangeriam o coração e no meu espírito produziria vida.
E eu ainda me culpo, por ver em mim a morte de um amor que outrora senti e escolhi por vocês, meus irmãos. Irmãos? Sonoridade estranha. Eu já não sei orar por eles, Deus. Perdoe-me.
Perdoe-no, Pai, eles ainda não aprenderam, não sabem o que fazem.
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Carta vermelha
Um amor quando se é simples em si mesmo é necessário ter muito mais que belas mágoas para riscar suas cores. Na realidade um amor quando é simples em si mesmo se faz desnecessário das cores que colorem o brilho ou enfeitam os ais. Amor quando é amor verdadeiro se refaz das dores, nos choros e lástimas.
Claro que não ensaio masoquismos em minhas declarações, apenas trago os eixos que suplantaram minhas foto-realidades por ti. Eu que te amei no inverno e verão, no rancor e na paixão, no amor e nas saudades. Eu que simplesmente fui estúpido.
Seria estúpido, sim, negar os sangues que derramei por você, seria estúpido dizer que não foi por estas mesmas sentimentalidades que me fariam sangrar mais uma vez, que chorei flores. Afff, pois como uma vez eu disse: te amo com um amor incondicional, um amor unilateral, um amor que simplesmente amo viver. Por que tanto amor para uma única pessoa?
Eu queria uma dose a menos deste amor que me embriaga, queria uma dose a menos de teu ópio que me desnorteia, queria teu sul, meu chão, pois neste jogo já risquei e rabisquei minha carta branca, ficou-me então a vermelha e não era vermelho de paixão.
Claro que não ensaio masoquismos em minhas declarações, apenas trago os eixos que suplantaram minhas foto-realidades por ti. Eu que te amei no inverno e verão, no rancor e na paixão, no amor e nas saudades. Eu que simplesmente fui estúpido.
Seria estúpido, sim, negar os sangues que derramei por você, seria estúpido dizer que não foi por estas mesmas sentimentalidades que me fariam sangrar mais uma vez, que chorei flores. Afff, pois como uma vez eu disse: te amo com um amor incondicional, um amor unilateral, um amor que simplesmente amo viver. Por que tanto amor para uma única pessoa?
Eu queria uma dose a menos deste amor que me embriaga, queria uma dose a menos de teu ópio que me desnorteia, queria teu sul, meu chão, pois neste jogo já risquei e rabisquei minha carta branca, ficou-me então a vermelha e não era vermelho de paixão.
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