Nem sei
Disseram que os dias passam
Mas os dias se enrugam
Gastam minhas utopias
E nem pia minha gota d'água
Eu se chama derrota
Que se acende sem escolta
Sem proteção do que nem se teve
E se atreve arriscar sinais
Nem sei se os sinos tocaram
Talvez pela sina sinalizaram os ais
Mas todos os dias eram talvez
E Maria era dor em vida
Risos coreografado sem sintonia
Com o que sinto
E sem cinto se situou no chão
E nunca se levantou
Em si caiu
E ecoou no chão o seu silêncio
Os sons que todos ouviam
E calavam
E traduziam
E adestravam
No dia em que Maria se morreu
Foi o único dia em que por mim
Se passou vida
Que descanse eu em paz
Ou morra de rir
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terça-feira, 19 de abril de 2016
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Toco uma pra ti
Tomo o teu corpo como um piano
Preto e branco
Componho minha música
Entre ais e encaixes
Entre desejos e movimentação
Entre entradas e permanências
Nos teus olhos tatua o gozo sua alucinação
E ela rege nossa manifestação
Com o receio que se perde no lençol
Descobrimos as bases que mascaram nossa imperfeição
E masco tua saliva temperada com Halls preta
E gosto do frescor
Sem frescura tonalizo o humor
Eu rio
E nos inundamos
Nesse oceano que em mim seca me afogo
E o fogo nos brinda em flamejantes lampejos
E silenciosamente a sinfonia dança outra vez
Preto e branco
Componho minha música
Entre ais e encaixes
Entre desejos e movimentação
Entre entradas e permanências
Nos teus olhos tatua o gozo sua alucinação
E ela rege nossa manifestação
Com o receio que se perde no lençol
Descobrimos as bases que mascaram nossa imperfeição
E masco tua saliva temperada com Halls preta
E gosto do frescor
Sem frescura tonalizo o humor
Eu rio
E nos inundamos
Nesse oceano que em mim seca me afogo
E o fogo nos brinda em flamejantes lampejos
E silenciosamente a sinfonia dança outra vez
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segunda-feira, 28 de março de 2016
Fome
Eu sou tecido por fome de você
E ela não se confunde com apetite
Ela transa com a necessidade
Se esparrama com a gula
Se tempera por pecado
Eu tenho fome de você
E meus caninos ladram silenciosos meus desejos
Minha saliva elimina no ar o meu hormônio
E ele se funde às tuas castrações
E eu gosto delas
Gosto
E gosto outra vez
Eu tenho fome de você
E sonho com minhas mãos em teus ossos
Eu perfuro tua pele e encontro teus umbrais
Eu te depilo os nãos com os dentes
E alívio o teu pensar
Eu tenho fome de você
E de você quero comer
E ela não se confunde com apetite
Ela transa com a necessidade
Se esparrama com a gula
Se tempera por pecado
Eu tenho fome de você
E meus caninos ladram silenciosos meus desejos
Minha saliva elimina no ar o meu hormônio
E ele se funde às tuas castrações
E eu gosto delas
Gosto
E gosto outra vez
Eu tenho fome de você
E sonho com minhas mãos em teus ossos
Eu perfuro tua pele e encontro teus umbrais
Eu te depilo os nãos com os dentes
E alívio o teu pensar
Eu tenho fome de você
E de você quero comer
sexta-feira, 11 de março de 2016
Rio
Todo mundo tem uma dor escondida
Uma ferida de estimação
Um canto desafinado
Todo mundo tem um não ter e desejar
Eu tenho um choro represado em torno as pupilas
Uma menstruação tingida nos olhos
Um Alasca nas íris
Eu tenho um choro engasgado
Que inundaria uma cidade
Tendo um ombro amigo
Eu tenho um querer ter
Uma ferida de estimação
Um canto desafinado
Todo mundo tem um não ter e desejar
Eu tenho um choro represado em torno as pupilas
Uma menstruação tingida nos olhos
Um Alasca nas íris
Eu tenho um choro engasgado
Que inundaria uma cidade
Tendo um ombro amigo
Eu tenho um querer ter
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quinta-feira, 10 de março de 2016
R.I.P.
As lágrimas que em mim rolam
São de meu corpo que se alivia
Do gozo que sufocamos
As lágrimas que em mim rolam
Hidratam o agreste de meu peito
Onde em devoção sepultei o coração
São de meu corpo que se alivia
Do gozo que sufocamos
As lágrimas que em mim rolam
Hidratam o agreste de meu peito
Onde em devoção sepultei o coração
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segunda-feira, 7 de março de 2016
Novo dê novo
Um novo amor
Um novo ciclo
Pra trocar
Pra conviver
Com a pitada do outro
Com as singularidades
Que denotam plurais mundos
Outrora vulgar
Outrora noite fria e chata
Por hora abraçado e afagado pela voz
Voz que em silêncio ensurdece o olhar
Olhar que ilumina os pesadelos
Que em mim pesam o preço
De um novo amor
Um novo ciclo
Pra tocar
E viver você
Um novo ciclo
Pra trocar
Pra conviver
Com a pitada do outro
Com as singularidades
Que denotam plurais mundos
Outrora vulgar
Outrora noite fria e chata
Por hora abraçado e afagado pela voz
Voz que em silêncio ensurdece o olhar
Olhar que ilumina os pesadelos
Que em mim pesam o preço
De um novo amor
Um novo ciclo
Pra tocar
E viver você
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sexta-feira, 4 de março de 2016
Sexo, transa ou amor. Sei lá...
Fale mais baixo
Nossas paredes têm ouvidos
Geme alto
E distraiamos o cupido
Que cante o nosso corpo
A musicalidade que o acalme
Que clame o nosso corpo
Pelo cansaço do tempo
E ele nos deixe em paz
Eu vou te matar, amor
Eu vou te matar, amor
Eu vou te assassinar de amor
Derrame em mim o teu gozo
Tatue no silêncio o nosso prazer
Execute o balé de fogo
Deixe o suor se envolver
Arranhe meu espírito
Desfrute de meu invadir
Nas paredes ecoe teus gritos
O fogo nao irá se extinguir
E rejeitaremos a paz
Eu vou te matar, amor
Eu vou te matar, amor
Eu vou te assassinar de amor
Ah, se vou...
Nossas paredes têm ouvidos
Geme alto
E distraiamos o cupido
Que cante o nosso corpo
A musicalidade que o acalme
Que clame o nosso corpo
Pelo cansaço do tempo
E ele nos deixe em paz
Eu vou te matar, amor
Eu vou te matar, amor
Eu vou te assassinar de amor
Derrame em mim o teu gozo
Tatue no silêncio o nosso prazer
Execute o balé de fogo
Deixe o suor se envolver
Arranhe meu espírito
Desfrute de meu invadir
Nas paredes ecoe teus gritos
O fogo nao irá se extinguir
E rejeitaremos a paz
Eu vou te matar, amor
Eu vou te matar, amor
Eu vou te assassinar de amor
Ah, se vou...
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quinta-feira, 3 de março de 2016
O sol sempre vem
Hoje o dia amanheceu cinza
Até parece que o sol ainda não acordou
Logo eu que pensei que tudo termina
Quando ele vem, quando ele vem
Os teus olhos já não tem vida
Neles não me vejo mais
Não me encontro mais
Meu bem, relaxa que o sol vem
Enquanto me abraça fica tudo bem
Não me deixes, por favor
Nos cemitérios do amor
Se está frio o amor
O sol já veio com o seu calor
Meu bem, me relaxa que o sol vem
Enquanto me abraça fica tudo bem
Até parece que o sol ainda não acordou
Logo eu que pensei que tudo termina
Quando ele vem, quando ele vem
Os teus olhos já não tem vida
Neles não me vejo mais
Não me encontro mais
Meu bem, relaxa que o sol vem
Enquanto me abraça fica tudo bem
Não me deixes, por favor
Nos cemitérios do amor
Se está frio o amor
O sol já veio com o seu calor
Meu bem, me relaxa que o sol vem
Enquanto me abraça fica tudo bem
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quarta-feira, 2 de março de 2016
Insônia
Em Sônia se revelou a noite
E trouxe junto a dor e caos
Nas tuas luas o som não permite
Fez silêncio o vendaval
Em Sônia desfez-se o infinito
E os sentidos não se salvam
No frio do sol são fritos
No frio do sol que me amava
Quando mais quero o sono não vem
Quando mais espero pra te ver
Os meus olhos não se fecham pro amor
Quando mais quero o sono não vê
Quando mais espero você não vem
Pros meus olhos te abrirem o amor
Em Sônia nasceu a madrugada
E o teu rosto de desfez por lá
Sobre minha cama enrugada
Sob o teto que vi desfigurar
Em Sônia se findou as coisas bonitas
E o meu grito silenciou o chão
Sonhos protegidos por palafitas
Fitas não protegem coração
E trouxe junto a dor e caos
Nas tuas luas o som não permite
Fez silêncio o vendaval
Em Sônia desfez-se o infinito
E os sentidos não se salvam
No frio do sol são fritos
No frio do sol que me amava
Quando mais quero o sono não vem
Quando mais espero pra te ver
Os meus olhos não se fecham pro amor
Quando mais quero o sono não vê
Quando mais espero você não vem
Pros meus olhos te abrirem o amor
Em Sônia nasceu a madrugada
E o teu rosto de desfez por lá
Sobre minha cama enrugada
Sob o teto que vi desfigurar
Em Sônia se findou as coisas bonitas
E o meu grito silenciou o chão
Sonhos protegidos por palafitas
Fitas não protegem coração
Temática incerta
Não disfarce o intento que te perturba
Entube as vozes dos olhares adversos
E adicione o teu fogo ao meu
Case a nossa fome voraz
Com a sede de nossos lábios secos
Confundamos os sentidos dos trens
Fundamos o peso do globo sobre nós
Tenhamos o tempo pra nós
E o desfrutamos com tempo pro café
Nada é em vão
Assim como não é vão entre nossos corpos
Sempre quem pouco ama
Muito medo tem do amar
É o verbo morre sem ação
E eu quero conjugar o tudo
Transo com o inteiro
Sem frações
Sem divisões
Sem matemática certa
Sou da soma de um com um formar um
Com trações
Com visões
Com temática incerta
Sou da soma de eu com você
Entube as vozes dos olhares adversos
E adicione o teu fogo ao meu
Case a nossa fome voraz
Com a sede de nossos lábios secos
Confundamos os sentidos dos trens
Fundamos o peso do globo sobre nós
Tenhamos o tempo pra nós
E o desfrutamos com tempo pro café
Nada é em vão
Assim como não é vão entre nossos corpos
Sempre quem pouco ama
Muito medo tem do amar
É o verbo morre sem ação
E eu quero conjugar o tudo
Transo com o inteiro
Sem frações
Sem divisões
Sem matemática certa
Sou da soma de um com um formar um
Com trações
Com visões
Com temática incerta
Sou da soma de eu com você
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terça-feira, 1 de março de 2016
Amor do verbo desapessoar
Pessoas riem
Pessoas choram
Pessoas dizem "não vá embora"
Enquanto no peito grita
Por favor, me deixa em paz
Pessoas calam
Pessoas pecam
Pessoas vivem enquanto morrem
Enquanto no peito grita
Por favor, me toque um pouco mais
Eu prefiro ficar sozinho
À viver essa multidão abandonado
Eu prefiro ficar num cantinho
Construindo meu mundo estrelado
Eu prefiro te olhar nos olhos
À ter tua boca me dizendo amar
Eu prefiro executar meu solo
Mas eu pré-firo o real amar
Pessoas desapessoadas
Pessoas desapossadas
Pessoas desprovida
De um bocadinho de amor
Pessoas choram
Pessoas dizem "não vá embora"
Enquanto no peito grita
Por favor, me deixa em paz
Pessoas calam
Pessoas pecam
Pessoas vivem enquanto morrem
Enquanto no peito grita
Por favor, me toque um pouco mais
Eu prefiro ficar sozinho
À viver essa multidão abandonado
Eu prefiro ficar num cantinho
Construindo meu mundo estrelado
Eu prefiro te olhar nos olhos
À ter tua boca me dizendo amar
Eu prefiro executar meu solo
Mas eu pré-firo o real amar
Pessoas desapessoadas
Pessoas desapossadas
Pessoas desprovida
De um bocadinho de amor
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Meu amor é bem
Tens o meu fogo e meu gás
Me dê teu corpo pr'eu queimar
Tens toda tristeza do meu olhar
Me dê as sinfonias de teus ais
Tens as minhas insônias e delírios
Me dê teu gozo pr'eu contar
Tens toda pureza de meu xingar
Me dê tuas ânsias e pecados
Vem pra casa
Vem pro quarto
Pra cama
Mesa
Banho
Vem que meu amor é bem
Meu amor é bem
Meu amor é bem simples
Me dê teu corpo pr'eu queimar
Tens toda tristeza do meu olhar
Me dê as sinfonias de teus ais
Tens as minhas insônias e delírios
Me dê teu gozo pr'eu contar
Tens toda pureza de meu xingar
Me dê tuas ânsias e pecados
Vem pra casa
Vem pro quarto
Pra cama
Mesa
Banho
Vem que meu amor é bem
Meu amor é bem
Meu amor é bem simples
Sempre sem
Eu estou
Sempre estou sentindo saudades
Eu não sou
Nego, mas eu sou viciado em ti
Eu estou
Sempre estou vivendo em ciúmes
Do vento que te abraçou
Do sol que te tocou
Volta pra mim
Venha por mim
Nem que seja um segundo
Volta pra mim
Fica em mim
Venha mudar meu mundo
Nem que seja por uma vez só
Sempre estou sentindo saudades
Eu não sou
Nego, mas eu sou viciado em ti
Eu estou
Sempre estou vivendo em ciúmes
Do vento que te abraçou
Do sol que te tocou
Volta pra mim
Venha por mim
Nem que seja um segundo
Volta pra mim
Fica em mim
Venha mudar meu mundo
Nem que seja por uma vez só
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Põe orégano, amor
Sou um passarinho sambando
Em fio de alta tensão
Um equilibrista emocional
Em teus neurônios
Fui tatuando minha real intenção
Você desprezou o meu amor
Você reclama do sal
Você reclama do ponto do arroz
Amante do colesterol
Come a sobremesa
É o amor pra depois
Azeite extra virgem derramo
No calor de teu coração
Modo saturado, substancial
Na Física fui reformulando
Padrão de ação e reação
Você desdenhou o meu labor
Você reclama do sal
Você reclama do ponto do arroz
Amante do colesterol
Come a sobremesa
É o amor pra depois
Põe orega no amor
Em fio de alta tensão
Um equilibrista emocional
Em teus neurônios
Fui tatuando minha real intenção
Você desprezou o meu amor
Você reclama do sal
Você reclama do ponto do arroz
Amante do colesterol
Come a sobremesa
É o amor pra depois
Azeite extra virgem derramo
No calor de teu coração
Modo saturado, substancial
Na Física fui reformulando
Padrão de ação e reação
Você desdenhou o meu labor
Você reclama do sal
Você reclama do ponto do arroz
Amante do colesterol
Come a sobremesa
É o amor pra depois
Põe orega no amor
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Pão doce
Eu não quero saber de teu ex amor
Não tenho tempo pra brigar
Alimento os ciúmes com o que teu olhar falou
Está no teu rosto tatuado
O caminho em que a lágrima dançou
Deixa eu cuidar
Eu que afino o coração ao teu sono
Eu que mudo o rumo da poesia
Só pro teu nome caber e rimar
Eu que nem acho graça nas rimas
Acho graça é de você não gostar de passas
E gostar de mim
Faz cara feia
Tenta
Nem disfarça
Tão belo assim
Acho graça você beijar o chocolate
E se surpreender com o doce de meus lábios
Acho que mentes pra mim
Coro a face
Sem disfarce
Tão simples assim
Feito pão doce com leite condensado
Não tenho tempo pra brigar
Alimento os ciúmes com o que teu olhar falou
Está no teu rosto tatuado
O caminho em que a lágrima dançou
Deixa eu cuidar
Eu que afino o coração ao teu sono
Eu que mudo o rumo da poesia
Só pro teu nome caber e rimar
Eu que nem acho graça nas rimas
Acho graça é de você não gostar de passas
E gostar de mim
Faz cara feia
Tenta
Nem disfarça
Tão belo assim
Acho graça você beijar o chocolate
E se surpreender com o doce de meus lábios
Acho que mentes pra mim
Coro a face
Sem disfarce
Tão simples assim
Feito pão doce com leite condensado
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Fulano, sicrano, beltrano
O meu sexo encaixa com teu
As mãos tem o mesmo falar
Os erros de meu Português
Num beijo você vai calar
Os meus combinam com os teus
A boca o mesmo paladar
Os meus amigos são os teus
Menina, relaxa
É de você que estou falando
O meu amor não é
Fulano, sicrano, beltrano
É em você que eu estou pensando
O meu amor não é
Fulano, sicrano, beltrano
Se você disser que vem
Eu te espero amanhã
Se é pecado esse amor
Por que Deus criou a maçã?
Se você disser que vem
Eu te encontro por aí
O pecado é não viver
Esse amor que está em mim
As mãos tem o mesmo falar
Os erros de meu Português
Num beijo você vai calar
Os meus combinam com os teus
A boca o mesmo paladar
Os meus amigos são os teus
Menina, relaxa
É de você que estou falando
O meu amor não é
Fulano, sicrano, beltrano
É em você que eu estou pensando
O meu amor não é
Fulano, sicrano, beltrano
Se você disser que vem
Eu te espero amanhã
Se é pecado esse amor
Por que Deus criou a maçã?
Se você disser que vem
Eu te encontro por aí
O pecado é não viver
Esse amor que está em mim
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Namorar você
Eu te quis até o momento
Em que deixei de me querer
É de cortar o peito
Não estar com você
Morar no teu coração
Que distração do destino
Que me abraçou
E não quis te acolher
Prefiro não ter
A te ter sem te ter
Perdoa a minha canção
Mas é de coração
Quero namorar você
O destino comigo brincou
E foi por puro prazer
Prefiro sofrer
A viver sem saber
Perdoa meu coração
Mas essa canção
É pra dizer
Quero namorar você
Em que deixei de me querer
É de cortar o peito
Não estar com você
Morar no teu coração
Que distração do destino
Que me abraçou
E não quis te acolher
Prefiro não ter
A te ter sem te ter
Perdoa a minha canção
Mas é de coração
Quero namorar você
O destino comigo brincou
E foi por puro prazer
Prefiro sofrer
A viver sem saber
Perdoa meu coração
Mas essa canção
É pra dizer
Quero namorar você
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
* não sei que título dar
Me dê teu corpo pr'eu pintar
Minha loucura
E minha obsessão
Me dê tua pele pr'eu encarnar
Minha ternura
E minha oração
Me deixa bicho solto
Deixa eu semear fogo
Ser vulcão
Vou incendiar teus medos
Vou descabelar teus tetos
Tua casa bagunçar
Sou o amor
Cheguei
Deixa eu citar teu nome em minha poesia
E depois canção
Deixa eu gritar teu fogo
Deixa eu ser teu santo, purificação
Deixa eu tocar teu sexo
Deixa eu beijar teu coração
Minha loucura
E minha obsessão
Me dê tua pele pr'eu encarnar
Minha ternura
E minha oração
Me deixa bicho solto
Deixa eu semear fogo
Ser vulcão
Vou incendiar teus medos
Vou descabelar teus tetos
Tua casa bagunçar
Sou o amor
Cheguei
Deixa eu citar teu nome em minha poesia
E depois canção
Deixa eu gritar teu fogo
Deixa eu ser teu santo, purificação
Deixa eu tocar teu sexo
Deixa eu beijar teu coração
No amor não há pudor
Hoje o céu está tingido de um tom carnal
Talvez refletindo o teu bem me quer
É, aliás te lembro não te quero mal
Me diga que mal há num beijo, mulher
Bem, pra fim de conversa,
Sei que Deus não vai gostar
Dois corpos em controvérsia
Se negando o querer
É, aliás te lembro não te quero mal
Me diga que mal há num beijo, mulher
Então, me beija
Me encara boca a boca
E se entrega
Me tempera em teu sabor
Se seja
Foi Deus quem fez o amor
Se despeja
No amor não há pudor
Se não vai se arrepender
De não dar o braço a torcer
Isso Deus não vai perdoar
Se negar amar
Se negar amar
Talvez refletindo o teu bem me quer
É, aliás te lembro não te quero mal
Me diga que mal há num beijo, mulher
Bem, pra fim de conversa,
Sei que Deus não vai gostar
Dois corpos em controvérsia
Se negando o querer
É, aliás te lembro não te quero mal
Me diga que mal há num beijo, mulher
Então, me beija
Me encara boca a boca
E se entrega
Me tempera em teu sabor
Se seja
Foi Deus quem fez o amor
Se despeja
No amor não há pudor
Se não vai se arrepender
De não dar o braço a torcer
Isso Deus não vai perdoar
Se negar amar
Se negar amar
Pleno
Então vista teus lábios
Com o sorriso mais pleno
Esqueça esses cacos
São de um amor pequeno
Vai, vista teus lábios
Com o sorriso mais doce
Desnuda a alma
Com a gargalhada que te trouxe
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