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terça-feira, 17 de junho de 2025

FELIZ OUTONO

Hoje a manhã acordou com anseio de amanhã. Como se os ponteiros do tempo estivessem embriagados pela pressa e pudessem pular a dor, adiantar a mágoa, silenciar o que ainda pulsa. Mas não pulam. Não silenciam. O hoje insiste em ser estilhaço do ontem, com a maturidade tardia que só a ferida aberta nos ensina a suportar.

O tempo não recua. As chuvas não se devolvem ao céu em forma de lágrimas. Um abraço quente não permanece onde a vaidade já cavou trincheiras. Sim, o amor é guerra. E amar talvez nosso último ato de revolução.

Hoje é um dia que não deixou de ser especial. E a memória insiste em peças pregar na narrativa do meu recordar. Rasteja em sua noite precoce como um cão ferido buscando o próprio rastro.

Um armandinho sorrateiro da lembrança me castiga com imagens sonoras que antes seriam ternura — hoje são afiados espelhos retrovisores. Caminho encontros e despedidas empregados nos pretérito-mais-que-perfeito. Todavia perfeito nada é.

Carrego no lombo teu corpo despojado de gentileza. Carrego tua infância eriçada, tua defesa armada, tua rispidez travestida de trauma da qual nunca experimentará a cura. Carrego tua voz encostada nas paredes da casa como mofo que não se deixa arrancar, como uma promessa que se apodreceu no tempo ou ainda a leveza de fitar teu corpo já cansado no banco grande e desconfortável da varanda.

E nas ruas, o silêncio. O silêncio do teu adeus nunca dito — apenas vivido. O silêncio que sempre foi a condição gentil.

Queria te desejar a morte em mim, mas na saga tortuosa pela indiferença, acabo te levando flores.
Flores mudas, flores vencidas. Pois fétido já está o requebrado da tua rigidez. E você ainda não percebe.

Meu peito hoje está lavado de esperança — como as escadarias do Bonfim, onde celebro um luto não autorizado. Despi-me de você sem mee despedir do âmago que eu criei.

Contemplo tua ausência como quem contempla um corpo desacordado de si, sem a intrepidez vivaz, enquanto se reza um reggae à meia-luz, entre velas e cinzas.

Feliz o homem que se permite, mesmo temendo, abrir o frasco de um amor guardado — não para ressuscitar, mas para finalmente enterrar os restos dos ossos do almoço insípido que preparei para o meu juízo.

Feliz aquele que aprende a despedir-se sem testemunhas, sem rito, sem culpa. Bem-aventurado o que não por mera aventura degusta o miocárdio quente que ainda pulsa teu nome, pelo simples apetite do possuir.

Feliz o outono, que em seus gravetos erguem guaritas de lucidez. Que a ti revele outra alma, não melhor, apenas menos cruel com os afetos que depositava na armadilha da defraudação. Afetos teu pra ti. Ah, se vc se rendesse de amor por ti. Quem sabe ainda haveria vida!

Feliz outono! Que em seus gravetos de guarita a verdade lhe traga um outro alguém que lhe toque o coração, sem rolá-lo numa mesa de bilhar, encapando em redes que pescam virilidade nesse amor que jaz como um losing game.

Eu, sigo.
Com a alma sangrando em silêncio e o peito limpo da esperança de retorno. E torno a dizer, sê feliz!
Não te espero mais. Não te desespero menos. Mas também não te expulso. Pode ficar, você  faz parte. Te guardo e te felicito junho. Porque há dores que não viram cinzas — viram poesia.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Àquela Ge Cortes

Val e Ge Cortes

Hoje o que eu queria era voar até a Cidade Poema e encher aquela que mesmo longe faz minha vida transbordar de paz, clamaria, alegria e amor por viver.
Aquela que você vê passear e se enche de orgulho por que na tua vida ela não passeia. Faz morada, casa, família... Aquela que chora com você e também ri das mais estúpidas piadas. E realmente não sou bom com estas coisas de fazer rir. Mas gargalho. Sim gargalho. Gargalho no som da gratidão que ela me ensina ter. Ela sempre diz que tudo vai dá certo e dá. E eu me dou por inteiro. Por amor. Por graça. Por ternura...
Hoje queria me dar por saudades. Mas vou deixar todo o meu intenso e insano, Val, simplesmente falar de gratidão pra Deus. E Orar pra que sempre quando eu não puder estar perto, que ele ministre o milagre de minha presença no coração dela. Assim como faz no meu. E então ela prossiga em paz e alegria.
Deus, que neste dia você pegue a Mazinha no colo e me empreste o teu coração pra ela sentir o meu pulsando por ela. Amém!

Feliz aniversário, Má!

domingo, 26 de maio de 2013

Outros anos e Ana

O ano passa... O ano fica... O ano inscreve simplicidades em meu coração. Como Ana...





     Não era novidade pra ninguém. Todos sabiam o quanto ele era impulsivo e teimoso. Não há melhor forma de descrevê-lo do que a inevitável comparação com aquelas mulas desembestadas que empacam fronte aos morros onde sua força mais se faz necessária. Ele já havia entendido que não podia adentar aquela sala, mas ele precisava trocar umas palavras com deus. Assim justificava sua arrogância.

Ele falou umas palavras ao guardião da chave da Sala do Trono. Ele corou as maças do rosto. Sua mão dançou como serpente dócil, humanizada e sensível. Destravou a porta de ouro maciço e no fundo do grande salão pode-se ver um lindo branco reluzente, mesclado pelos tímidos lapsos de brilho que esculpiam o rio de águas cristalinas que descia por detrás de um magistral trono. Sentado sob o mármore que desenhava aquele poder, encontrava-se ele, deus, o Criador, O Todo-Poderoso... Ele O Rei dos Reis... Ele que não encontro predicativo para definir a soberania. Este batia o seu pé direito no chão. Nunca imaginava que deus sofresse de ansiedade. O pó de suas batidas desenhava nuvens que desciam ao firmamento. O som destas batidas orquestrava o ruído do nascimento da vida. Era tudo sublime. Era tudo colossal. Era tudo tudo. Mas uma vez me perdi nas predicações.

O nosso tão destemido jovem, foi alçando em alternar de passos, o encontro com o que poderia ser o seu fim. O menino que enfrentou a vida, venceu a morte e desprotegeu os anjos que guardavam o palácio e destemidamente desafinou os que cantavam hinos de exultação ao pai, se encontrou com o soberano deus e como menino, criança, uma simples criatura diante ao criador desenhou em sonoridades de simplicidade o que no criador produziu a mais bela sinfonia: OBRIGADO POR ESCULPIR ANA LAURA MEIRELLES. Esta não foi a primeira vez que deus chorou, mas foi uma das poucas que em milênios, que ele sorriu.

FELIZ ANIVERSÁRIO ESPOSA!!!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Romeu de Carla Julieta

Um carinho para uma linda Julieta, embora nem seja eu Romeu, rs! Parabéns, Carla Mangueira...


Romeu de Carla Julieta

Te conheci sem te conhecer
Te vi e não te vejo
Menina linda, vejo os olhos em você
Eles me olham e nem percebo
Cala a mangueira que insiste em roubar
Das poesias o doce mais amarelo que mil mangas
Tropicaliza o outono em rimas e estrofes
Rima em escrituras suas tramas
Isto, trame palavras novas com ponto e vírgulas
Se não souber use as reticências 
E me espere te encontrar
E e a gente se encontra
Se esbarra entre paraíbas e ipucas
O mundo é pequeno
E nem existem tantas marias
E quem foi que disse que só se conhece quando se olha nos olhos?
Não te vi 
E encontrei nas esquinas de tuas letras
O simplesmente você
E nem sei quem é
Nem importa
Enfim, Julieta,
Muito prazer
Sou Romeu

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Raquelando os dias

Aniversário 1 ano - Raquel
Parece... mas não foi ontem que elazinha completou o seu primeiro ano de vida. "O tempo passa, o tempo voa e" as minhas rugas já não continuam numa boa, rs!
Vigésimo oitavo dia do primeiro mês da década de 90, nascia a minha caçula irmã, Raquel.
Lembro-me como se fosse agora, os preparativos para a chega, papai na euforia de receber a sua primeira menina, mamãe na realização de poder enfeitar de laçarotes e leses a sua única princesa. Bem, acho que o INsano-mor está ficando velho. Alguém teria uma leve dose de botox?


Raquelando os dias

Menininha, vem brincar de envelhecer
Deixe os anos de inscreverem gargalhadas
Deixe os risos colorirem o paladar
Vem pra vida
Princesinha, me encante uma canção
Para que encontre os desenhos das nuvens
Vamos pintar o rio de cor-de-rosa ou urucum
Vamos ser estranhos e sermos nós
Roubemos os nós das gargantas
E amarremos as mãos
Oh, chatinha, vem correr juntos
Massagear as risadas com cócegas
Briguinhas
Roubos de chocolates
Biri-biribá, continuemos a brincar
Hoje ainda é vinte e oito
Está longe o carnaval da maturidade
Vamos Valdemyzar os sabores
Mateusalizar os tons de agudo
E por fim raquelizar os dias
Para que quando o sol se pôr ainda se levante a bandeira branca
Refletida no negro de nossa cor de dizer "te amo"

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Alice Lugão

Eu queria ter o dom de escrever sobre belezas, assim sendo eu saberia descrever esta que é a mais linda bela sublime de todas mulheres de minha vida. Deus deve ser realmente muito apaixonado por mim, pois os presentes que ganho são os mais preciosos. Obrigado, Pai, por mais um ano de vida de minha diva-amiga Alice Lugão. E eu não agradeço apenas por tua beleza, esta que vemos esculpida em seus olhos e face, mas ela é além disto, é delicada, sincera, amiga, companheira e diva.  Sim, esta sabe ser diva e dengosa. Mas que fique claro, estou escrevendo este post apenas por educação, rs! Brincadeira. Escrevo por que amo e diferente não poderia ser. Beijos e feliz aniversário!!!


ALICE LUGÃO 

Ali se encontraria o amor
Ali se encantaria o sol
Ali se abriria a flor
Alice e só

Beleza assalta o olhar
Carinho dedilha a voz
A paz guerreia no ar
Alice e só

Ali se esconderia o som
Ali se gritaria o nós
Ali se falaria do dom
Alice e só

Somente você e tua graça
Que assaltam o ser e disfarça
Somente você que abraça meu coração

Somente você e tua graça
Que ilustram meu ser e o realça
Sorrio menino e sem graça, que emoção

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A la Julianna Assumpção



A la Julianna Assumpção

Eu sei que seria pra beleza dela que você olharia 
Eu sei que seria para o oblíquo destes olhos de índia que sorririam tuas maças, 
Sei que esta beleza brasileira te desconcentraria a razão
Não poderia ser diferente
Ela tem o dom de ser bela,
Tem o presente de ser colecionadora de olhares
E é meiga, e é simples, é serena
Quando fala transmite outras tais belezas
Tão quanto significativas
Se a boca fala do que está cheio ao coração
O ar que preenche os seus pulmões está cheio de borboletas
Essas voam das formas mais variadas
Se vestem das cores mais inusitadas.
São ousadas
Ele não seria de outra natureza
Natureza de menina que impõe respeito
Assim como toalha de renda que cai delicada sobre a mesa
Ela nos serve de ternura, de carinho, de aconchego
É aquele abraço que esconde os apertos
Ela afrouxa o coração e faz o peito sorrir
À mim ela faz gargalhar
E no eco deste som o que ressoa é: eu te amo

Ju, obrigado por ser simples pra mim! Obrigado por sempre acolher e compartilhar o teu melhor. Ter você por perto tem sido um nobre presente e eu sou grato. FELIZ NIVER!!! Estou gargalhando de alegria por hoje ser o teu dia. Ouviu o "te amo"? 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Luisa Espindula

Luisa Espindula
Meus INsanos e INsanas, quanto tempo não nos vemos!!! As saudades imperam o meu peito de saudades e insanidades. Mas já que agora vivemos muitas histórias neste último mês de férias, eu, o INsano-mor, como fênix das cinzas, ressurjo cheio de graça e ousadia para dividir com vocês as mais inusitadas histórias neste meu-nosso mundo INsano. 
Como eu sempre digo: nem só de sanidades vive o homem! E hoje é um grande dia! O dia mais esperado neste semestre que acaba de se findar! O retorno do blog? Não apenas... Ela, elazinha, linda, falante e mineira, Luisa Espindula, minha esposa INsana, completa as suas 18 primaveras e se vivíamos antes, imaginem agora, alforriados... Rs! Felicidades, minha bela!



Uma mina de beleza

Sorriso ingênuo, olhar tímido, gargalhadas ao vento
Sem papas na língua, sem pudores
Apenas os momentos
Ela é assim, doce a la Minas
Uma mina de beleza
Uma riqueza de singularidades
Firme como carvalhos
que depositam águas que pássaros não bebem
Entornam
Em torno de si se encontra graça
Aquele riso que se esboça no lado direito
E rouba toda a face repentinamente
Não há como não se render à sua meninice
Seus gritos agudos
Impetuosos
Tem o dom de roubar do silêncio o trono
Ela faz da calmaria uma avalanche
Faz do rio um mar agitado
Cheio de ondas e as tira para passear
E passeia linda e bela
Atraindo os olhares malandros
E atirando marmanjos nas poças que produzem pra si
É menina e aprendeu ser mulher
Troca de identidades com a maturidade
E contrasta o mimo com a força de ser
Mais leve que à música que canta seu nome
Ela musicaliza os passeios
Eterniza os ventos que passam
É simples
É gerais
É Luiza
Quem te conhece não esquece jamais

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Talvez pedra, talvez Pedro

Ele é uma das pessoas mais fashion que eu conheço em vida. Inteligente. Atraente. Amigo. E magro! Um pouquinho mais de duas décadas, mas o suficiente para esculpir em seu intelecto, delicadeza, sensibilidade e astúcia... Sem sombras ou sobras de dúvidas é uma peça chave para a interpretação deste meu-nosso mundo INsano. Ele é parte de minha história. De uma peculiar parte que se finda nos próximos meses...Mas fica a amizade? Certo que sim! Provável que sempre! Pedro Ramôa, feliz teu dia!!!

Talvez pelo filme da primeira vez que o vi
Talvez por todas as falas que foram atropeladas
Talvez até pelo roteiro que insinuou
Ou pelo enredo alterado
Pode ser também por toda presença ausente
Pelos risos, raivas, ruídos
Conexões de textos e poesias
Pode ser mesmo por ser simples
Ser nada e construir tudo
Pode ser por ser café, chá ou shot's de vodca
Pode também por ser orgânico
Ser vida
Em vida
Em memórias
Poder ser por um pouco disto
E menos daquilo
Talvez pela beleza, idade, loucuras
Talvez por ser uma pedra no eu sapato
Talvez por ser um Pedro no meu caminho
Talvez por ser talvez
Etc e tal 
De vez em sempre

domingo, 3 de junho de 2012

Nicole Alvarez

Alguns momentos se tornam únicos em nossas vidas na medida que nos abrimos para contemplar as simplicidades dos instantes dos mesmos. Como sempre costumo dizer: a vida é uma caixinha de surpresa... E mais uma vez foi à mim que ela presenteou com a graça de ter os meus dias ministrados de tamanha graça, beleza, delicadeza, e tantos outros predicativos que transmitem suavemente doce belezas em complexo de contrariedade dos que pressupõe que a vida é simplesmente festa e efêmeras distrações. Ela, Nicole Alvarez sempre me fala do dom de ser maior do que as expectativas podem suspirar e ainda ser humana e menina... Ser certezas e descobertas... Ser donzela em contos de fadas de vida real... Feliz Aniversário!!!

Conto-te um conto 
e encanto-me com a imagem que ele sinua em tuas delicadezas
Disfarço-,me em minha timidez 
E me distraio nas conotações que teu brilho me provoca
Povoo as emoções inóspitas 
Descubro rimas outrora não ressonadas
Desenho uma mulher
E encontro nas honestidades, menina que quis ser atriz
E foi sonho, 
E foi partituras,
E foi outra vez contos
Escancaro as portas de meu palácio,
Pois eram pra te receber que se projetaram suas flores
E quando você chegou
Elas se gargalharam pra vida
Colorindo o palco que só falava de guerra e paz
O palco voltou a falar de vida
E revelou a sua beleza
Nas encenações de clássicos e performances naturais
O palco parou pra sustentar o teu brilho
E convidou o sol para das serras frias iluminar o teu ato
Até mesmo a lua veio para te enamorar
E refletiu em teus olhos a imensidão de sua paixão,
O mar que ela toca com a sua sombra
E que hidrata o olhar de toda paixão
Ecoando nas pedras o teu nome
Nicole, Nicole, Nicole
A natureza sorri para sua arte
E tua arte se inspira em cantarolar
Eu te conto um conto
E os pontos finais se repetem três vezes mais

sábado, 26 de maio de 2012

Ana Laura Meirelles


Sem dúvida ela roubou o meu coração deste o primeiro instante em que a conheci. Tornou-se amiga, companhia, confidente, leitora especializada de minha mente INsana que se traduz em comportamentos livres, loucos e apaixonados.
Incrível é o dom que só ela tem de ser meiga, doce, atraente e menina...
Não teria eu, o INsano-mor, outra forma mais nobre e original de expressar o meu carinho... o meu amor. 
E eu "estou bem de boa!" (Risos). Feliz todos os dias de vida, minha bela esposa, Ana Laura!



Ela 
É uma menina morena que  me olha nos olhos
E desnuda singelezas que nunca contei
Tipicamente feminina que nos rouba os olhos
Perturba as belezas que calado sonhei
E até mesmo as que ainda não inventaram
Sua graça, de graça, constrange a pureza
E eu fico sem graça
E até mesmo Deus sorri pra si
Isto vejo
Nos raios de sol que escampam de seus olhos cerrados
Em carisma com tons delicadeza
Nem mesmo a lua cheia se detém
E tímida se esconde de seu sabor
Detalhes de beleza em palavras sinceras
Colore pupilas e penumbra emoção
Nos sons de erres que remontam sua terra
Rabisca no peito sorrisos e canção
Um desfile de graça, de sim's e talvez
Atrai os delírios de certos e será's
E encontros consigo eu espero a vez
De em vez todo instante do mundo a roubar
E então a pinto em cor de aquarela
esquadrinhando poesias com nome de Ana



quarta-feira, 2 de maio de 2012

Minhas 28 primaveras

Não poderia ser menos INsano o convite para o meu aniversário.
Meu Deus, eu realmente fiquei louco. Alguém, por favor, me denuncia na cúpula da sociedade Protetora dos INsanos do Brasil, pois se piorar... 
Bem, este ano como de costume comemorarei meu aniversário em dois simples encontros, porém aquecido pelo colo e amor de meus amigos. Um no Rio de Janeiro e um outro na minha amada Cidade Poema. Mas este ano ela, Marilac resolveu fazer algo de diferente e me surpreender. (Risos). 

E ainda teve boatos que eu, Valdemy Braga, o seu INsano-mor, estava numa pior!



Se isto é estar numa pior... Feliz aniversário! O que é estar bem, né?

* Convide estendido a todos, sem restrição, mediante a confirmação pelo Blog. 
* Cada um é responsável por sua consumação

Obrigado. E se joguem!!!

domingo, 15 de abril de 2012

Delegado, Tarzan, Neguim Mateus

Embora seja eu o Júnior, foi levo quem levou o legado de ser reconhecido como o filho de nosso pai. Quem já ouviu falar em Neguinho do Gás? Mas agora me diga, do Valdemy Braga, meu pai, ou do Mateus Araújo Braga, meu irmão?
É meu povo INsano, de um único Neguim não se constitui a história de minha família e ele veio pra trazer literalmente gás e jovialidade à esta história.
O Neguim é marrento, invocado, teimoso, metido à ser o mais forte entre todos, mas nunca vi alguém conseguir tocar tão profundo o coração e risos de uma criança e um idoso como ele. A velharada pira em meu irmão.E é bonito de ver isto, por que para compreendê-lo você precisa ter coração puro e sensível, ele não compete as interpretações coloquias e medíocres. Tem que ter coração para sentir o coração dele que também pulsa, como o teu e o meu. A diferença é que ele sabe o valor que o dele tem e não o expõe como moeda de troca de efêmeras sentimentalidades. É objetivo e direto. É forte. É um homem e é menino.
Sim, um menino que mesmo aos mais de duas décadas de vida ainda se perde nos delírios dos video-games. Não compreendo. E tem mais, vocês precisam vê-lo assistindo televisão. Chaves! Sim, este sim parece ter as chaves das gargalhadas de Mateus, mas isto a Raquel sabe contar melhor. São sempre os dois, entre filmes e seriados. Não, a Raquel sabe contar muitas coisas melhor que eu. Por exemplo, quando o Delegado Mateus resolveu trocar o distintivo pela tanga do Tarzan e escalar a mangueira lá de casa. Caiu como manga podre no chão e lá vai Marilene e Neguim no desespero! Olhem as costas deles e verão as marcas do homem que voou. Estou rindo muito aqui. Como eu queria lembrar a música que Raquel cantava. Gente, esta minha irmã tem o dom INsano de musicalizar os nossos momentos. Minha família não é normal!
Na verdade, o meu irmão é o mais normal de todos nós. Tipo, malha, come, come, come, malha, dorme, come, come, dorme, trabalha, come, dorme, trabalha... Bem, agora troquem o "come" por "cervas" ao cubo. Entendeu?
Tantas histórias passeiam por minha mente, mas juro que tenho medo de contar certos detalhes da saga de meu irmão. Ele é de fato muito mais forte do que eu. Ou pelo menos pensa que é, né?
Bem, moleque... eu ia te deixar mais de cara aqui, mas resolvi te poupar dos tumultos de minhas INsanidades. Feliz aniversário, Teu. E o melhor da vida pra você, irmão! Me espere, pois estou chegando!