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domingo, 26 de maio de 2013

Outros anos e Ana

O ano passa... O ano fica... O ano inscreve simplicidades em meu coração. Como Ana...





     Não era novidade pra ninguém. Todos sabiam o quanto ele era impulsivo e teimoso. Não há melhor forma de descrevê-lo do que a inevitável comparação com aquelas mulas desembestadas que empacam fronte aos morros onde sua força mais se faz necessária. Ele já havia entendido que não podia adentar aquela sala, mas ele precisava trocar umas palavras com deus. Assim justificava sua arrogância.

Ele falou umas palavras ao guardião da chave da Sala do Trono. Ele corou as maças do rosto. Sua mão dançou como serpente dócil, humanizada e sensível. Destravou a porta de ouro maciço e no fundo do grande salão pode-se ver um lindo branco reluzente, mesclado pelos tímidos lapsos de brilho que esculpiam o rio de águas cristalinas que descia por detrás de um magistral trono. Sentado sob o mármore que desenhava aquele poder, encontrava-se ele, deus, o Criador, O Todo-Poderoso... Ele O Rei dos Reis... Ele que não encontro predicativo para definir a soberania. Este batia o seu pé direito no chão. Nunca imaginava que deus sofresse de ansiedade. O pó de suas batidas desenhava nuvens que desciam ao firmamento. O som destas batidas orquestrava o ruído do nascimento da vida. Era tudo sublime. Era tudo colossal. Era tudo tudo. Mas uma vez me perdi nas predicações.

O nosso tão destemido jovem, foi alçando em alternar de passos, o encontro com o que poderia ser o seu fim. O menino que enfrentou a vida, venceu a morte e desprotegeu os anjos que guardavam o palácio e destemidamente desafinou os que cantavam hinos de exultação ao pai, se encontrou com o soberano deus e como menino, criança, uma simples criatura diante ao criador desenhou em sonoridades de simplicidade o que no criador produziu a mais bela sinfonia: OBRIGADO POR ESCULPIR ANA LAURA MEIRELLES. Esta não foi a primeira vez que deus chorou, mas foi uma das poucas que em milênios, que ele sorriu.

FELIZ ANIVERSÁRIO ESPOSA!!!

sábado, 26 de maio de 2012

Ana Laura Meirelles


Sem dúvida ela roubou o meu coração deste o primeiro instante em que a conheci. Tornou-se amiga, companhia, confidente, leitora especializada de minha mente INsana que se traduz em comportamentos livres, loucos e apaixonados.
Incrível é o dom que só ela tem de ser meiga, doce, atraente e menina...
Não teria eu, o INsano-mor, outra forma mais nobre e original de expressar o meu carinho... o meu amor. 
E eu "estou bem de boa!" (Risos). Feliz todos os dias de vida, minha bela esposa, Ana Laura!



Ela 
É uma menina morena que  me olha nos olhos
E desnuda singelezas que nunca contei
Tipicamente feminina que nos rouba os olhos
Perturba as belezas que calado sonhei
E até mesmo as que ainda não inventaram
Sua graça, de graça, constrange a pureza
E eu fico sem graça
E até mesmo Deus sorri pra si
Isto vejo
Nos raios de sol que escampam de seus olhos cerrados
Em carisma com tons delicadeza
Nem mesmo a lua cheia se detém
E tímida se esconde de seu sabor
Detalhes de beleza em palavras sinceras
Colore pupilas e penumbra emoção
Nos sons de erres que remontam sua terra
Rabisca no peito sorrisos e canção
Um desfile de graça, de sim's e talvez
Atrai os delírios de certos e será's
E encontros consigo eu espero a vez
De em vez todo instante do mundo a roubar
E então a pinto em cor de aquarela
esquadrinhando poesias com nome de Ana