O tempo parou
E nesse meio tempo
Fiquei meio que...
Ah, não sei o que queria dizer
Mas disse
Eu confessei o meu mal
E mal tive tempo pra...
Com fé sei...
Não, não sei
Sem tempo fica difícil ficar
Com tempo fica fácil fixar
E eu fissurei o contra-tempo
Não que fosse contra o tempo
Ou o tempo contra mim
Éramos conta-gotas
E de gota em gota desgastamos o gás
Gostamos dos desgostos
Outros nos tornamos
Sem ter
Sem ter
Sentido
Não operante
Errante no tom da ópera
Sem tempo pro que antes era dom
Erra o som
O bom da coisa
A tal coisa coisada
O mau coise que opera o com do tempo
Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tempo. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
domingo, 2 de dezembro de 2012
Simples assim
Eu espero que com paciência você me ensine não ver a hora passar
Quero ficar amarrotada com minhas experiências de simplicidades
E não me importar com as roupas que deixei de lavar e seguem sujas
As marcas que as tatuam escrevem as doses de vida que levei no corpo
E o meu corpo fala de minha alma menina e intrepidez
Grita de meu desespero e fome por vida
Não tenho o dom de ser esquelética, franzina, ser meio
Tenho a sina de ser intensa e insaciável de dia pós dias
Eu sou simples
Não complique os meus sons
Falo em sinfonias de gente, de carne, coração
Sou como terra seca e preciso de chuva
Mas as chuvas que me encharcam são chuvas tempestuosas
Eu gosto de tudo com intensidade
Gosto de vida que tenha vida e amo viver
Amo colorir os risos com gargalhadas
E os silêncios com rompimentos de euforia
Eu quero morrer cheia de tudo aquilo
De todos os sins e nãos reservados para minhas perguntas
Até as que eu não fiz e respondo
Sabe aquela pessoa que tem a constância de amar?
Esta sou eu, que corre louca pelas areias das praias
Sabe aquela pessoa que tem o tudo no sincero do nada?
Esta sou eu, que gargalha do simples pão dormido com margarina
E nem gosto de margarina
Apenas gosto do gosto de ser
Gosto de enlaço o tempo com as unhas
Sem administrá-lo controles
Espero que você tenha a urgência de me ensinar ver a hora passar
Por que senão, que me desculpe o tempo
Mas ele se cansará de minha infância que grita por mais tempo de ser feliz
Sou assim, simples assim
Quero ficar amarrotada com minhas experiências de simplicidades
E não me importar com as roupas que deixei de lavar e seguem sujas
As marcas que as tatuam escrevem as doses de vida que levei no corpo
E o meu corpo fala de minha alma menina e intrepidez
Grita de meu desespero e fome por vida
Não tenho o dom de ser esquelética, franzina, ser meio
Tenho a sina de ser intensa e insaciável de dia pós dias
Eu sou simples
Não complique os meus sons
Falo em sinfonias de gente, de carne, coração
Sou como terra seca e preciso de chuva
Mas as chuvas que me encharcam são chuvas tempestuosas
Eu gosto de tudo com intensidade
Gosto de vida que tenha vida e amo viver
Amo colorir os risos com gargalhadas
E os silêncios com rompimentos de euforia
Eu quero morrer cheia de tudo aquilo
De todos os sins e nãos reservados para minhas perguntas
Até as que eu não fiz e respondo
Sabe aquela pessoa que tem a constância de amar?
Esta sou eu, que corre louca pelas areias das praias
Sabe aquela pessoa que tem o tudo no sincero do nada?
Esta sou eu, que gargalha do simples pão dormido com margarina
E nem gosto de margarina
Apenas gosto do gosto de ser
Gosto de enlaço o tempo com as unhas
Sem administrá-lo controles
Espero que você tenha a urgência de me ensinar ver a hora passar
Por que senão, que me desculpe o tempo
Mas ele se cansará de minha infância que grita por mais tempo de ser feliz
Sou assim, simples assim
domingo, 4 de dezembro de 2011
Carpe diem
De vez enquando eu espero o tempo correr
e estes momentos são o tempo que ele mais anda devagar
paralisa as rugas e
irrita o meu ânimo ancião
os sábios ou pseudo-conhecedores da filosofia vida
ruminam em meus olhos caracteres de
prescrição de medicamentos homeopáticos
como se minhas intenções pudessem ser domadas
por treinamentos baratos e estúpidos imaturos
não sou santo nem ando à procura de milagres preparados
não sou como bula de remédio que te administra doses
não sou como manual de eletrodoméstico
na realidade não sou domesticável
sou silvestre, selvagem, sou arisco
e arrisco acertar-me aos desencontros de meu próprio tempo
e lamento solto
não saber apreciar os créditos finais de tua trama
nem tampouco as notas clássicas das melodias que as desfilam
eu não escrevo músicas
eu canto solidão acompanhado
e em tempo e outro denuncio em minha irritabilidade taurina
as mais secretas insinuações incestuosas
como numa cena de filme sensacionalista
sem surpresas e com premeditações
tem tempos que perco o tempo
tentando entender
o que só o tempo apreciado caberá de revelar
dez e dez não completam zero hora e vinte cinco minutos
nem noventa minutos de bela trama
o desejo de tua companhia ser
o único tempo que eu queria saber degustar
desculpe-me, senhor
que meus contornos constrói à três pinceladas
mas a mente nem desenhando compreende
infantil
ainda sou gigante em minhas soberbas
ainda sou menino que nem pedalar sabe
desculpe-me, mas tenho andado sem tempo pra amanhã
e estes momentos são o tempo que ele mais anda devagar
paralisa as rugas e
irrita o meu ânimo ancião
os sábios ou pseudo-conhecedores da filosofia vida
ruminam em meus olhos caracteres de
prescrição de medicamentos homeopáticos
como se minhas intenções pudessem ser domadas
por treinamentos baratos e estúpidos imaturos
não sou santo nem ando à procura de milagres preparados
não sou como bula de remédio que te administra doses
não sou como manual de eletrodoméstico
na realidade não sou domesticável
sou silvestre, selvagem, sou arisco
e arrisco acertar-me aos desencontros de meu próprio tempo
e lamento solto
não saber apreciar os créditos finais de tua trama
nem tampouco as notas clássicas das melodias que as desfilam
eu não escrevo músicas
eu canto solidão acompanhado
e em tempo e outro denuncio em minha irritabilidade taurina
as mais secretas insinuações incestuosas
como numa cena de filme sensacionalista
sem surpresas e com premeditações
tem tempos que perco o tempo
tentando entender
o que só o tempo apreciado caberá de revelar
dez e dez não completam zero hora e vinte cinco minutos
nem noventa minutos de bela trama
o desejo de tua companhia ser
o único tempo que eu queria saber degustar
desculpe-me, senhor
que meus contornos constrói à três pinceladas
mas a mente nem desenhando compreende
infantil
ainda sou gigante em minhas soberbas
ainda sou menino que nem pedalar sabe
desculpe-me, mas tenho andado sem tempo pra amanhã
Assinar:
Postagens (Atom)