Ando pensando em você
Louco pelas ruas
Eu quero te ver
Tô tentando me envolver
Avanço meus limites
Preciso viver
Uma história de amor
Que de simplicidade fala
Abraçar, sentir teu calor
Dançar juntos pela sala
Tô tentando simplificar
Falar do que tenho medo
Se você tua mão me dar
Meu próprio eu eu enfrento
Porque "meu excesso de liberdade
Me traz solidão"*
Eu que casei com a saudade
Devoro o coração
Meu comportamento maduro
Beijos me roubou
E coração não ponho em apuros
Por isso só estou ou ou...
*frase certa vez dita por PÂMELA LOPES
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Eu não beijo os beijos que beijo
Eu não
Você talvez
De vez e outra
E outra e tal
Vez de eu
Eu de todos
Dos teus e eus
De muitos e poucos
E poucos não
De todos sim
De sim
De menos
Nos mesmo ais
Em cais
Em esmo
Com sais e cios
Sem cia
Com ia
E foi
E vai
E nunca
Em sempre
Quem pressente
Te sente
Ou não
O beijo
Que nunca beijou
Você talvez
De vez e outra
E outra e tal
Vez de eu
Eu de todos
Dos teus e eus
De muitos e poucos
E poucos não
De todos sim
De sim
De menos
Nos mesmo ais
Em cais
Em esmo
Com sais e cios
Sem cia
Com ia
E foi
E vai
E nunca
Em sempre
Quem pressente
Te sente
Ou não
O beijo
Que nunca beijou
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Valdemy Braga
domingo, 17 de março de 2013
Meio feliz. Meio triste. Total me
Entre. Apague a luz e deite-se ao meu lado. Silêncio.
Entre o apagar dos lados silencio meu levantar. Luz.
Escuridão que grita minhas dores.
Todas lateralidades da pele desperta em teu toque.
Me toquei de que nunca fui acariciado.
Descobri que também houvera nascido pro lado a lado.
E ando sozinho. Bêbado de mim. Sóbrio de minha emoção.
O vazio preenche meus labirintos.
Tristezas preenchem minha solidão.
Preenchimentos tristes solidificam o meu nome.
Mas todos me chamam de alegria.
Ou se alegram das chamas que me de todo contrariedade.
Não sou feliz.Ou sou?
Sou o ou. Sempre a outra alternativa.
Psiu. Não fales. Silêncio.
No fundo eu entendo. E no intento me afundo.
Boa noite. Durma bem.
Entre o apagar dos lados silencio meu levantar. Luz.
Escuridão que grita minhas dores.
Todas lateralidades da pele desperta em teu toque.
Me toquei de que nunca fui acariciado.
Descobri que também houvera nascido pro lado a lado.
E ando sozinho. Bêbado de mim. Sóbrio de minha emoção.
O vazio preenche meus labirintos.
Tristezas preenchem minha solidão.
Preenchimentos tristes solidificam o meu nome.
Mas todos me chamam de alegria.
Ou se alegram das chamas que me de todo contrariedade.
Não sou feliz.Ou sou?
Sou o ou. Sempre a outra alternativa.
Psiu. Não fales. Silêncio.
No fundo eu entendo. E no intento me afundo.
Boa noite. Durma bem.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Dias que choro sem chorar
Deixe-me chorar
Tenho um rio feroz aqui nos olhos
Deixe minhas emoções destruírem minhas seguranças
Sou o dono do não sei
Talvez filho bastardo das dúvidas
Certamente legítimo do medo
Será que é ilusão ver a mim no espelho?
Deixe-me ser criança indefesa e mimada neste chão que agora piso
Eu que piso em chãos que não possuo
Eu que viajo nas nuvens que me são passageiras
Eu sem teto, sem cabeça pra conversar
Choro tímido no interior de meu peito
Sem jeito rasuro minha maquiagem de paz
Eita coração que embaralha no peito
Tenho um rio feroz aqui nos olhos
Deixe minhas emoções destruírem minhas seguranças
Sou o dono do não sei
Talvez filho bastardo das dúvidas
Certamente legítimo do medo
Será que é ilusão ver a mim no espelho?
Deixe-me ser criança indefesa e mimada neste chão que agora piso
Eu que piso em chãos que não possuo
Eu que viajo nas nuvens que me são passageiras
Eu sem teto, sem cabeça pra conversar
Choro tímido no interior de meu peito
Sem jeito rasuro minha maquiagem de paz
Eita coração que embaralha no peito
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