Eu não sei o que dizer
Já não sei como andar
Paraliso ao te ver
Eu perco o ar
A tua voz que me seduz
Me reconheço em teu olhar
Sê o meu guia, a minha luz
Sê o meu ar
Que tal dançar?
Dance comigo
Deixe o teu corpo fluir,
Se revelar
Dança
Corra perigo
Deixe o teu rosto sorrir,
Perder o ar
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Ar
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Valdemy Braga
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Namorada
Vou te tirar a roupa
Falar besteiras no cangote
Vou deixar tua cabeça torta
Minha cobra vai te dar um bote
Distribuindo beijos de primeiro lote
Se aconchega
Se acomode
Vai ter calafrios
Vai sobrar risos e gritos
Vamos distrair a timidez
E guerrear contra a vontade
Vamos ensaiar repetidas vezes
Até o gozo ficar à vontade
E sob à luz da aurora
Eu contemplar o corpo
Que meu coração namora
Falar besteiras no cangote
Vou deixar tua cabeça torta
Minha cobra vai te dar um bote
Distribuindo beijos de primeiro lote
Se aconchega
Se acomode
Vai ter calafrios
Vai sobrar risos e gritos
Vamos distrair a timidez
E guerrear contra a vontade
Vamos ensaiar repetidas vezes
Até o gozo ficar à vontade
E sob à luz da aurora
Eu contemplar o corpo
Que meu coração namora
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Que título dar?
Eu quero comer o amor
E como sobremesa degustar
O corpo, a tara, o espasmo
Não quero ser servido
De masturbações de abraços
Quero ser possuído pelo teu
Preciso de meus braços entrelaçados
Em outros braços
Ser apertado e virgem
Descoberta que trava a língua
Essa tal também terá teus laços feitos
Eu quero peito contra peito
Guerreando feroz
Se ofendendo entre batimentos
Na paz de uma abraço
Encaixando com perspicácia em outro tronco
Quero o meu sexo beijando o teu sexo
Seja pau
Seja vale
Seja encharcado e não seco
Necessito de encontros
De contos sussurrados no ouvido
Quero apoiar o meu queixo em teu ombro
E procurar teu ouvido
Ali, secreto, quero ministrar arrepios
E lentamente roçar minha barba
Na haste que sustenta firme tua cabeça
Quero pirar tua cabeça
Quero penetrar em tuas sentenças
Causar confusão
Caçar fusão
Casar com você
Mesmo que você seja só nessa noite
O amor
E como sobremesa degustar
O corpo, a tara, o espasmo
Não quero ser servido
De masturbações de abraços
Quero ser possuído pelo teu
Preciso de meus braços entrelaçados
Em outros braços
Ser apertado e virgem
Descoberta que trava a língua
Essa tal também terá teus laços feitos
Eu quero peito contra peito
Guerreando feroz
Se ofendendo entre batimentos
Na paz de uma abraço
Encaixando com perspicácia em outro tronco
Quero o meu sexo beijando o teu sexo
Seja pau
Seja vale
Seja encharcado e não seco
Necessito de encontros
De contos sussurrados no ouvido
Quero apoiar o meu queixo em teu ombro
E procurar teu ouvido
Ali, secreto, quero ministrar arrepios
E lentamente roçar minha barba
Na haste que sustenta firme tua cabeça
Quero pirar tua cabeça
Quero penetrar em tuas sentenças
Causar confusão
Caçar fusão
Casar com você
Mesmo que você seja só nessa noite
O amor
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Só o amor
Eu só quero o amor
Tudo é bom se tem amor
Um bombom é puro bombom
Não engorda
Não faz mal
TPM teu bom humor
Novalgina carnaval
Ah!
Eu só quero o amor
Tudo tem cor se tem amor
Super-homem é o meu pai
Tia Anastácia minha avó
Meu banquete, feijão com arroz
Jujubinhas o jiló
Argh!
Eu só quero o amor
Tudo é dom se tem amor
Teu sorriso é o meu ar
Ele invade o meu pulmão
Teu abraço pode curar
Faz viver a emoção
Ah haha!
Eu só quero o amor
Tudo o que eu quero...
O teu amor.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Me peça um abraço
Foi teu olhar que envenenou meu coração
Certeiro como um golpe de capoeira
O teu ziriguidum entorpeceu e fraco estou
O que era solidão virou poeira
Foi teu sorrir que arrebatou o melhor de mim
Quem dera guardar eu essa pureza
O teu gracejo me enfeitiçou
Grato estopim
Tão bom contemplar tua beleza
Bem, bem me olhando
Vem dançando
Vem tecendo o teu sorriso
Deixa eu me envolver
Ah, vem
Tem um desejo escondido
No meu jeito
Me peça um abraço
O dou num beijo em você
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