Acho que estou pronto. Me despi das vestes velhas e sujas, me lavei da água quente com sal grosso e arruda. Estou vestido de branco e abro meu peito como folha em branco para receber as felicidades e maldições cabíveis de cada dia de uma ano novo.
No dia 02 o ano já se fez corrente, mesmo no país que só se inicia depois do Carnaval. No dia segundo do ano novo, as novidade já se fizeram envelhecidas e só me restam as energias que como Fênix se renovam em minhas dores e mortes.
Eu morro e nasço todos os dias, assim como o ano, o mês, o próprio dia. Assim como o sol que me aquece e orienta o amor. O amor! Sim é do amor que quero me lambuzar nesta noite que já chove em minhas terras Poemas e poetizam lembranças e constrangimentos em meu peito. Não são dos champanhes que quero efervescer minha nobreza, quero algo mais simples que isto, quero a paz que traduz em meu branco imaculado, e renovam os votos de ser intenso e me entregar mais uma vez por mim mesmo. Neste Reveillon, quero brindar as lembranças de você, sim, levarei você como companhia em minha virada e retornarei a mesma página que me falava daquela história de amor e carinho. E lerei você como um livro predileto de cabeceira no dia 03, 04, nos trinta dias de um dos doze meses do ano 2012. Escreverei você em meus fogos e aquecerei o meu coração outra vez. Farei o belo de 2011 de novo e novo. Feliz todos os dias em minha memória!
sábado, 31 de dezembro de 2011
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Sonhos que se repetem
Hoje eu acordei com um rio de lembranças represado em meu olhar sonolento.Já tinha me acostumado a te esquecer, mas veio o sonho com todos os recalques dos restos mais de 2010 emoções me lembrar que eu poderia fugir de tudo, menos de mim. E eu só queria fugir de você que tatuara em minha pele o cheiro mais profundo dentre todas as pétalas.
Me permitir chorar. Sentia irracionalmente que o meu rosto precisava ser regrado para que novas sentimentalidades pudessem de uma vez por todas, fluir. Ele necessitava ser acariciado. Minhas lágrimas substituíram tuas mãos.
Hoje eu acordei com o gosto de teu mau hálito vespertino. Tinha gosto de Lay's na minha boca e e minha língua produzia sucos que degustavam as tuas palavras, as que meu fio dental pescava entre os meus dentes. eu encontrava na ponta de minha língua, uma imensidão de olhares que eu digeri. Azedos e fétidos, eles alimentavam satisfatoriamente as cáries que destruíam meu riso e amarelavam meu céu.
Hoje eu amanheci com saudades de você. Com saudades de quem eu nunca tive ou fiz parte. Hoje amanheci cansado de muito sonhar e pouco acordar. Talvez hoje eu tenha amanhecido pra mim.
Me permitir chorar. Sentia irracionalmente que o meu rosto precisava ser regrado para que novas sentimentalidades pudessem de uma vez por todas, fluir. Ele necessitava ser acariciado. Minhas lágrimas substituíram tuas mãos.
Hoje eu acordei com o gosto de teu mau hálito vespertino. Tinha gosto de Lay's na minha boca e e minha língua produzia sucos que degustavam as tuas palavras, as que meu fio dental pescava entre os meus dentes. eu encontrava na ponta de minha língua, uma imensidão de olhares que eu digeri. Azedos e fétidos, eles alimentavam satisfatoriamente as cáries que destruíam meu riso e amarelavam meu céu.
Hoje eu amanheci com saudades de você. Com saudades de quem eu nunca tive ou fiz parte. Hoje amanheci cansado de muito sonhar e pouco acordar. Talvez hoje eu tenha amanhecido pra mim.
sábado, 24 de dezembro de 2011
24 de Dezembro
Era para comemorar o seu aniversário que ele nos chamou. Feliz e sorridente orquestrou um banquete com as mais deliciosas iguarias para receber os seus e houve festa.
Naquele mesmo dia 24 de dezembro de alguns anos atrás, vi o seu coração se regozijar na satisfação de ter sua família reunida em prol unicamente de seus nascimentos, sim, nascimentos. Ele nascia todos os anos na mesma data, nascia todos os dias no mesmo exato momento. Nascia e morria, morria e escrevia nos seus as suas paixões e entregas. Ele escrevia histórias, era autor de vidas e outra vez ensaiou belo enredo e foi a mim que convidou a celebrar. Ele quis ser história em meus subtextos, quis se inspirar de mim. Quis apenas ser Jesus em minhas tramas. Logo eu que havia se esquecido das poesias infantis e dos desenhos em rabiscos. Com seu calor e sua graça relembrei uma cançãozinha que por diversas vezes ouvi meus pais cantarem. E em sua festa timidamente arrisquei "um parabéns pra você". Jesus chorou de muita alegria.
Naquele mesmo dia 24 de dezembro de alguns anos atrás, vi o seu coração se regozijar na satisfação de ter sua família reunida em prol unicamente de seus nascimentos, sim, nascimentos. Ele nascia todos os anos na mesma data, nascia todos os dias no mesmo exato momento. Nascia e morria, morria e escrevia nos seus as suas paixões e entregas. Ele escrevia histórias, era autor de vidas e outra vez ensaiou belo enredo e foi a mim que convidou a celebrar. Ele quis ser história em meus subtextos, quis se inspirar de mim. Quis apenas ser Jesus em minhas tramas. Logo eu que havia se esquecido das poesias infantis e dos desenhos em rabiscos. Com seu calor e sua graça relembrei uma cançãozinha que por diversas vezes ouvi meus pais cantarem. E em sua festa timidamente arrisquei "um parabéns pra você". Jesus chorou de muita alegria.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Santo protetor
Me passam os tempos
Um momento cor de sobrenatural
E então os tormentos me escorrem
Em fantasias colorindo o real imaginário
Me cantam as chuvas
Alegrias de tuas curvas viver
E corro e desperto as luas
Finjo a noite e roubo o céu pra você
Ao tropeçar nas patas de deus
Digo que vim brincar de criança
Dançar na lambança
De ter esperança
De me perder
E ser achado por sua graça
Sem graça me trai a alegria
Vem o dia e te leva de mim
Num tom melancolia aguda
Sigo o rastro que deixou Arlequim
Nas bordas da praia
E canto um pranto pro santo que protege você de mim
Um momento cor de sobrenatural
E então os tormentos me escorrem
Em fantasias colorindo o real imaginário
Me cantam as chuvas
Alegrias de tuas curvas viver
E corro e desperto as luas
Finjo a noite e roubo o céu pra você
Ao tropeçar nas patas de deus
Digo que vim brincar de criança
Dançar na lambança
De ter esperança
De me perder
E ser achado por sua graça
Sem graça me trai a alegria
Vem o dia e te leva de mim
Num tom melancolia aguda
Sigo o rastro que deixou Arlequim
Nas bordas da praia
E canto um pranto pro santo que protege você de mim
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
The Mathematics problem
If I had stopped to think about those toddler feelings maybe nothing had happened. But I prefered to let my heart lead me. I forgot: do not follow your heart but lead it.
You were the person that got the power to change my stupid way to be myself. You confused me, constrained me, and I liked it. I didn't know how to live in this new way. By the way I tried to fly in your soft clouds. Insane? No, in love!
I could tell you my words, but I cannot, just so you know... I just know nothing! And now, it's perfect!
I don't need to understand my feelings right way because I already learned how to solve the Mathematics problem. I know to say what is one plus one. What I don't know is, how to live it. It's doens't not matter. Because I can fly. And with you I forget my huge fears. I can fall down and find the floor and don't find my reason, my sense, my floor. I can find you, losing my stupid way to be clever.
Do I need to get high? No, like a child, I just need to be free and fly once more time! Let your wings grow in your back and let our understanding back.
I know I know nothing. I know I like to discover, so let discover ourselves by ourselves. Free. Flying. Living!
You were the person that got the power to change my stupid way to be myself. You confused me, constrained me, and I liked it. I didn't know how to live in this new way. By the way I tried to fly in your soft clouds. Insane? No, in love!
I could tell you my words, but I cannot, just so you know... I just know nothing! And now, it's perfect!
I don't need to understand my feelings right way because I already learned how to solve the Mathematics problem. I know to say what is one plus one. What I don't know is, how to live it. It's doens't not matter. Because I can fly. And with you I forget my huge fears. I can fall down and find the floor and don't find my reason, my sense, my floor. I can find you, losing my stupid way to be clever.
Do I need to get high? No, like a child, I just need to be free and fly once more time! Let your wings grow in your back and let our understanding back.
I know I know nothing. I know I like to discover, so let discover ourselves by ourselves. Free. Flying. Living!
Assinar:
Postagens (Atom)