As palavras que ele foi pronunciando foram aos poucos acalmando aqueles espasmos que me entorpecia a mente. Ele tinha o dom das palavras doce e que em meu peito produziam vida. Era uma voz semelhante à muitos rios, uma avalanche de sentimentalidades de amor, diferente de todos os outros amores que já havia experimentado, ou que já me experimentaram.
Ele atraia pra junto de si, me seduzia com raios de sol e de repente um relâmpago escreveu meu nome no céu. Eu soube que era sonho, até que choveu e um banho de água fria aqueceu meu peito e eu cri novamente em mim, no instante que cria em si. Eu dancei. Eu dancei. Dancei com Jesus.